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Uma carta supostamente escrita por Michael Jackson para Lisa Marie Presley foi divulgada pelo site americano “TMZ” nesta quarta-feira (30). Nela, o rei do pop afirmou que não conseguia dormir há quatro dias.
“Lisa, eu realmente preciso desse descanso. Não durmo literalmente há quatro dias. Eu preciso ficar longe dos telefones e dos empresários. Devo cuidar da minha saúde primeiro. Sou louco por você”, dizia a carta.
Segundo o site, a carta foi retirada de um leilão a pedido da própria Lisa, com quem Michael foi casado entre os anos de 1994 e 1996, período em que provavelmente foi escrita. A carta seria leiloada na Julien’s Auction, localizado em Bevely Hills, onde também foi leiloada a cripta original em que o rei do rock Elvis Presley foi sepultado.
O proprietário da Julien’s Auction, Darren Julien, afirmou ao site americano que atendeu ao pedido de Lisa para honrar as razões pessoais da ex-mulher do cantor e também para manter o bom relacionamento com a senhora Presley.
Em 25 de junho de 2009, Michael Jackson morreu após usar o anestésico Propofol, administrado por Conrad Murray como sonífero para amenizar as insônias crônicas que o astro pop sofria. Condenado por homicídio culposo, ele recebeu uma pena de quatro anos de prisão, e o Conselho Médico da Califórnia solicitou que Murray entregasse o seu registro profissional em meados de janeiro.
Segundo a colunista Anna Ramalho, do "Jornal do Brasil", o clima de paz entre os "rebeldes" está por um fio. Mel Fronckowiak (Carla) está sofrendo bullyingdas colegas Sophia Abrahão (Alice) e Lua Blanco (Roberta), nos bastidores da novela e dos shows.
As atrizes não estariam nem dando "Bom dia!", por uma simpels questão de educação, para a colega, que estaria extremamente incomodada com o clima tenso. Uma reunião para discutir a relação das ex-amigas já teria sido realizada em São Paulo.
Sophia e Lua teriam perdido a confiança em Mel e decidido se afastar, já que ela estaria inventandoum monte de mentiras desnecessárias.
O "SNL" estreou com piadas afiadíssimas e muito palavrão, mas, segundo a média prévia do Ibope, registou apenas 1 ponto de audiência (cada pondo equivale a 58 mil domicílios). De qualquer maneira, sobrou para todo o mundo na estreia, incluindo a RedeTV!. Rafinha Bastos havia avisado: tudo que virasse notícia na semana estaria em seu programa. E foi com uma sátira do depoimento de Xuxa no quadro "O que Vi da Vida", do "Fantástico", que o "Saturday Night Live" tupiniquim entrou no ar. Na esquete, a atriz disse: "Queria pegar o Garrincha, mas ele era mais velho. Então, peguei o Pelé. Tenho orgulho de ter sido a primeira Maria Chuteira da história!". A atração não fez referência aos abusos que a apresentadora contou ter sofrido na infância (e assim evitou seu primeiro processo, né?).
A RedeTV! foi uma das maiores vítimas da atração. "Sou a prova viva de que não é preciso dar para ninguém para trabalhar na RedeTV! Só dei para o diretor comercial", foi uma das tiradas do show. O programa fez piada até com a falta de convidados. "Nos EUA, o 'SNL' tem Mick Jagger. Aqui, recebi um não do Frank Aguiar!", disse Rafinha. Em um outro momento, disparou: "Não posso reclamar, pelo menos, estão pagando a gente". O humorista ainda brincou com o dia do programa: "Você pode estranhar, o 'saturday' ser no domingo, mas a novela das oito da Globo começa às 22h e o 'Fantástico' não é fantástico. É legalzinho. E errar uma vez na RedeTV!, é estar no lucro!".
Durante a leitura de um texto, Rafinha pediu "desculpas" para todos que havia provocado. E fez questão de caprichar na ironia: "De acordo com as regras do Inmetro, a Preta Gil não é gorda. Ronaldo (o jogador) tem todo o direito de confundir a opção sexual das pessoas. A Nextel não o walk talk do capeta". Ele só ignorou o caso mais bombástico, o de Wanessa Camargo.
Claro que Carlinhos Cachoeira virou piada no programa. Entrou mudo, mas saiu cantando um rap no qual até a revista "Veja" foi citada. Até a novela "Carrossel" foi lembrada. Um Cirilo revoltado também apareceu no jornalzinho do programa. Ele reclamou da falta de negros na TV e dos abusos que sofreu por causa da cor de sua pele. "Mas eu me vinguei da Maria Joaquina. Dei a volta por cima", finalizou.
Depois de muitos rumores dos dois cantores terem ficado em 2009, quando colaboraram no vídeo “What’s my name?” da Rihanna, parece que agora os dois estão realmente namorando. Rihanna acabou de terminar seu namaro com um jogador de baseball que nem é famoso (por isso o nome do coitado nem importa…). A cantora foi vista com o rapper Drake saindo de um restaurante em Montreal no Canadá. Os dois tentaram disfarçar, Rihanna saiu do restaurante na frente de Drake.
O hit “Ai se eu te pego”, de Michel Teló, fez sucesso no mundo todo.
Tanto sucesso que deu ao cantor o primeiro lugar no ranking da ‘Billboard’. Teló postou uma foto em seuFacebook em que aparece dentro do avião, e escreveu: ”A caminho de Miami EUA. Prêmios Billboard, turma!”.
A modelo polonesa Anja Rubik no baile da gala do Metropolitan em Nova York, nos Estados Unidos
Anja Rubik resolveu polemizar. A modelo polonesa foi sem calcinha e sem sutiã ao baile de gala no The Metropolitan Museum of Art, em Nova York, nos EUA. O vestido ousado, com uma enorme fenda na perna, revelava que Anja dispensou a calcinha para ir ao evento realizado nesta segunda-feira, 7.
Atenção, muitas das imagens desta matéria podem ser desagradáveis para pessoas sensíveis.
Anneliese Michel (Leiblfing, Alemanha, 21 de setembro de 1952 — Klingenberg am Main, 1 de julho de 1976) foi uma jovem alemã de família católica que acreditava ter sido possuída por uma legião de demônios, tendo sido submetida a uma intensa série de sessões de exorcismo pelos padres Ernest Alt e Arnold Renz em 1975 e 1976.
Anneliese era uma moça comum e sorridente
As graves conseqüências atribuídas ao ritual de exorcismo sobre a jovem motivaram a abertura de um processo criminal pelos promotores de justiça locais contra os pais de Anneliese e os padres exorcistas, causando uma grande polêmica em toda a Europa e dividindo a opinião pública mundial. O Caso Klingenberg, como passou a ser conhecido pelo grande público, deu origem a vários estudos e pesquisas, tanto de natureza teológica quanto científica, e serviu como inspiração para filmes.
Infância Anneliese Michel nasceu em Leiblfing, no estado federal alemão da Baviera, mas foi criada com as suas três irmãs no pequeno município de Klingenberg am Main. Seus pais, Anna e Josef Michel, muito religiosos, lhe deram uma educação profundamente católica. O pai de Anneliese mantinha a família trabalhando em uma serraria.
Tratamento médico Em 1968, com apenas dezesseis anos, Anneliese começou a apresentar sintomas e comportamentos que foram diagnosticados a princípio como epilepsia aliada a um quadro aparente de esquizofrenia, após vários exames na Clínica Psiquiátrica de Würzburg.
Anneliese com ataque epilético
Durante a noite, o corpo de Anneliese subitamente se tornava rígido, sentindo um enorme peso sobre o peito, além de uma total incapacidade de falar.
Anneliese foi então enviada para o internamento no Hospital Psiquiátrico de Mittleberg, onde ela permaneceu em tratamento intensivo durante um período de aproximadamente um ano. Quando finalmente recebeu alta, foi ainda capaz de completar os seus estudos secundários e matricular-se na Universidade de Würzburg, onde iniciou os seus estudos em pedagogia.
Entretanto, durante todo esse tempo, Anneliese afirmava continuar escutar vozes ameaçadoras que diziam que ela "queimaria no Inferno" e ter visões assustadoras que ela mesma atribuiu a uma possessão demoníaca. Sem que os médicos encontrassem uma cura definitiva e sem uma explicação satisfatória para os sofrimentos da jovem, os seus pais começaram a cogitar que sua filha, de fato, estava possuída por alguma força sobrenatural maligna. Anneliese agora tinha visões de faces demoníacas durante as suas preces diárias, enquanto aumentava a sua intolerância a lugares e objetos sagrados e mergulhava cada vez mais em crises depressivas.
Anneliese amparada pelo pai
Durante todo esse período de tempo e até perto do final das sessões de exorcismo, Anneliese foi medicada com poderosos psicotrópicos. No início com Aolept (periciazina), que evita as convulsões por meio de sua ação direta no sistema nervoso, e depois com Tegretol (carbamazepina). A medicação se revelou ineficaz em deter as convulsões e fazer desaparecer as visões e vozes, que se tornaram mais e mais freqüentes para a jovem Anneliese.
O exorcismo No verão de 1973, os pais de Anneliese foram até a paróquia local solicitando aos religiosos que submetessem a sua filha ao ritual de exorcismo. A princípio, o pedido foi negado, uma vez que a doutrina da Igreja Católica com respeito a essas práticas é muito restrita. Segundo a Igreja, dentre outras coisas, os possuídos devem ser capazes de falar línguas que nunca tenham estudado, manifestar poderes sobrenaturais e mostrar grande aversão aos símbolos religiosos cristãos. Algum tempo depois, o padre Ernst Alt, considerado um perito no assunto, conclui que Anneliese já reunia as condições suficientes para a realização do exorcismo, de acordo com os procedimentos prescritos no Rituale Romanum.
Anneliese ao lado da mãe
Por essa época, Anneliese já tinha assumido um comportamento cada vez mais irascível. Ela insultava, espancava e mordia os outros membros da família, além de dormir sempre no chão e se alimentar com moscas e aranhas, chegando a beber da própria urina. Anneliese podia ser ouvida gritando por horas em sua casa, enquanto quebrava crucifixos, destruía imagens de Jesus Cristo e lançava rosários para longe de si. Ela também cometia atos de auto-mutilação, tirava suas roupas e urinava pela casa com freqüência.
Sessão de exorcismo
Em 1974, após acompanhar de perto o comportamento de Anneliese, o padre Ernest Alt finalmente decidiu solicitar permissão ao Bispo de Würzburg para realizar o exorcismo e a permissão foi concedida.
Após efetuar uma exata verificação da possessão (Infestatio) em setembro de 1975, o Bispo de Würzburg, Josef Stangl, autorizou os padres Ernest Alt e Arnold Renz a realizarem os rituais do Grande Exorcismo, cuja base é o Rituale Romanum, que ainda era, à época, uma lei canônica válida desde o século XVII.
No rito do exorcismo o padre deve portar um crucifixo e uma Bíblia, para poder utilizar as palavras ditas por Jesus Cristo com precisão. Deve fazer o sinal da cruz, abençoar a pessoa possuída e aspergir sobre ela água benta. O padre então ordena com fé e firmeza que o demônio deixe o corpo do possesso e ora pedindo pela salvação da vítima em nome de Jesus Cristo. As orações denunciam a ação maléfica de Satanás e rogam pela misericórdia de Deus. Normalmente, os padres levam o possesso para uma igreja ou capela, onde podem realizar o rito reservadamente, apenas com a presença dos familiares. As sessões de exorcismo não têm um prazo de duração específico, podendo se estender durante horas, dias ou meses.
Sessão de exorcismo
No caso de Anneliese, as 67 sessões de exorcismo que se seguiram, numa freqüência de uma ou duas por semana, se prolongaram inicialmente por cerca de nove meses, durante os quais ela muitas vezes tinha que ser segurada por até três homens ou, em algumas ocasiões, acorrentada. Ela também lesionou seriamente os joelhos em virtude das genuflexões compulsivas que realizava durante o exorcismo, aproximadamente quatrocentas em cada sessão.
Nas sessões, que foram documentadas em quarenta fitas de áudio para preservar os detalhes, Anneliese manifestou estar possuída por, pelo menos, seis demônios diferentes, que se autodenominavam Lúcifer, Caim, Judas, Nero, Hitler e Fleischmann, um padre caído em desgraça no século XVI.
Todavia, o Rituale Romanum, assim como o tratamento com psicotrópicos, também não surtiu o efeito desejado.
Falecimento Em 1 de julho de 1976, no dia em que Anneliese teria predito sua liberação, morreu enquanto dormia. À meia-noite, segundo o que afirmou, os demônios finalmente a deixaram e ela parou de ter convulsões. Anneliese foi dormir exausta, mas em paz, e nunca mais acordou, falecendo aos 23 anos de idade. A autópsia considerou o seu estado avançado de desnutrição e desidratação como a causa de sua morte por falência múltipla dos órgãos. Nesse dia, o seu corpo pesava pouco mais de trinta quilos.
Anneliese na manhã do dia 01/07/1976
Uma comissão da Conferência Episcopal Alemã depois declarou que Anneliese Michel realmente não estava possuída, no entanto, isto não impediu aos crentes a continuar com a luta de Anneliese, já que muitos criam em sua possessão e que o corpo dela não encontrou paz inclusive após a morte. Seu cadáver foi exumado onze anos e meio depois de ser enterrada, só para confirmar que havia se descomposto e se estava sob condições normais. Na atualidade sua sepultura permanece como um lugar de peregrinação para rezar "o terço" por aqueles que acham que Anneliese Michel lutou valentemente contra o demônio.
O túmulo de Anneliese
Depois de uma missa dominical, ao lado do padre Bob Meets, Anna, a mãe de Anneliese, fez recentemente uma de suas poucas e breves declarações a imprensa:
- "Não me arrependo do que fizemos, era o que tínhamos para combater aquele mal".
O Padre Bob e Anna, mãe hoje com 85 anos
O áudio do seguinte vídeo são fragmentos recuperados das fitas cassete com as gravações das sessões de exorcismo. Então não assista se for muito sensível.
Esse vídeo, explica todos os momentos antes e depois da possessão de Emily Rose.